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The Social Network

“Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.”

Esse é o slogan de divulgação do filme “The Social Network”, sobre o Facebook e seu criador, Mark Zuckerberg, que será lançado em outubro pela Columbia Pictures.

Até agora não fizeram uma grande divulgação, somente um poster e o teaser-trailer lançado ontem no YouTube, que mostra trechos de alguns diálogos e umas palavras soltas bem provocantes: Atualizando o post! A divulgação foi feita. Saiu o trailer completo e oficial do “The Social Network”:

O filme será dirigido por David Fincher,  responsável pelos sensacionais “Seven”, “Clube da Luta” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”.

Alguns podem achar ridículo um filme sobre o Facebook, mas eu adoro produções desse tipo. Achei sensacional o “Piratas do Vale do Silício”, que conta a história da Apple e Microsoft.

Me fascina conhecer um pouco sobre os bastidores de gigantes que revolucionam a nossa época e que vendem produtos que usamos todos os dias. E que, claro, tornam-se bilionários.

Vi no Brainstorm #9.

This entry was written by Edu, posted on junho 27, 2010 at 6:54 pm, filed under cinema, redes sociais, web and tagged , , , , , , , , , , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Formspring.me

Formspring.me

Surgiu mais uma “modinha” na internet essa semana: o Formspring.me.

Alavancado pela Renata (@rebiscoito) – que foi a primeira a espalhar a moda no Twitter – o Formspring em pouquíssimo tempo virou o assunto da vez.

Funciona assim: é como se fosse um “talk show online” onde você se cadastra para poder ter uma página (ex: formspring.me/eduardoduccigne) e receber as perguntas que são enviadas por outras pessoas. Essas perguntas podem ser anônimas (caso a pessoa não tenha conta ou esteja deslogada) ou identificadas, caso o “perguntante” também tenha uma conta no site e esteja logado.

Nesses poucos dias de buzz já vi perguntas/respostas muito interessantes, sobre assuntos profissionais e de interesse público, mas – pelo menos por enquanto – a maioria das perguntas é relacionada a intimidade ou com algum toque de humor (eu mesmo fiz várias perguntas-piadinhas).

Ainda é difícil apontar a verdadeira função do serviço, que pode ser um prático canal direto de empresas/profissionais com seus clientes, até uma versão moderna daqueles caderninhos de perguntas e respostas das épocas do colégio.

Por ser uma novidade “cool” muita gente chama de “modinha” e torce o nariz, mas depois a maioria pode acabar aderindo (lembra do Twitter?).

É cedo pra julgar o Formspring ou pra afirmar que ele veio pra ficar, mas parece ser uma boa ferramenta.

Eu aderi. Por enquanto.

This entry was written by Edu, posted on dezembro 19, 2009 at 1:54 am, filed under redes sociais, web and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Popularização do Twitter

Twitter

Acabei de ler a matéria de capa da revista Época sobre o Twitter. Não vou analisar aqui a qualidade da matéria em si, até porque não sou jornalista pra fazer esse tipo de coisa, mas pude ler algumas coisas bem interessantes e outras que discordo completamente.

Tenho o costume de sempre ler primeiro aquelas chamadinhas mais destacadas e informações que estão em gráficos, então a primeira coisa que vi foram as “dicas para usar melhor o Twitter”. Já torci o nariz:

Coloque-se no lugar do seu leitor: você gostaria de saber que alguém está comendo um lanche? Eu gostaria! Por que não? Quem disse que quero saber apenas das coisas cultas e filosóficas que rolam por aí? Existe muita gente divertida no Twitter e a graça é justamente as twittadas sem compromisso, que podem aparecer entre as mais “úteis”, por exemplo. E eu twitto muito sobre comida.

Encontre uma velocidade ideal de mensagens: se forem poucas, ninguém vai segui-lo; se forem muitas, as pessoas vão deixar você de lado. Bobagem. Isso está longe de ser uma regra. O Twitter é formado por pessoas, cada uma com gostos e características diferentes. Imagine se todos tivessem o mesmo perfil e mesma conduta, qual seria a graça? Ler sobre os mesmos assuntos e tudo na mesma quantidade?

Por isso acho besteira algumas “regras de uso”. Acho que o que faz alguém te seguir ou não são inúmeras pequenas coisas, desde o jeito que você escreve até o emprego que você tem. Neste exato momento tenho 243 “seguidores” e garanto que você pode começar a twittar exatamente tudo o que eu twitto que esses mesmos 243 não vão começar a te seguir só por isso.

Pra reforçar meu ponto de vista: eu sigo o @rodrigodavid porque ele é meu amigo. Sigo o @Camiseteria porque é uma marca de camisetas que eu gosto e que sempre faz promoções exclusivas no Twitter (aliás, ontem ganhei uma camiseta na promoção do dia da mentira). Sigo o @lribalta porque acho engraçadíssimo o que ele escreve por lá, mesmo que seja em pouca quantidade.

Novamente, o Twitter é formado por pessoas e as pessoas são diferentes. Seja você mesmo e não tente agradar a todos, você não vai conseguir.

A matéria ainda mostra casos fantásticos de uso do Twitter, como os médicos do hospital Henry Ford (EUA) que narraram uma complicada cirurgia de extração de um tumor de rim, a fim de compartilhar os avanços da medicina com o público. Também lembrou do acidente com o avião que caiu no lago Hudson, nos EUA. A primeira informação (e foto) veio do Twitter, de um tripulante que estava numa balsa perto do local do acidente.

Mas, tem gente que acha ruim. John Grohol é um psicólogo americano que disse:

O Twitter nos envia o fluxo de consciência bruto de milhões de pessoas, sem nenhum filtro.

John, o filtro é você. O filtro sou eu. O filtro somos nozes. Quer filtro melhor que esse? Cada um escolhe o que quer ler no Twitter. Gostou? Follow. Não gostou? Unfollow.

Depois dessa matéria da Época, é bem provável que uma nova onda de usuários chegue. Aqueles que nunca tinham ouvido falar, os que já conheciam mas não se interessaram o suficiente, etc. Vi gente por aí dizendo que o Twitter viraria zona, que nem o Orkut. Espero que não. Seria horrível, por exemplo, se liberassem aqueles emoticons ultra coloridos e animados nas twittadas!

Não lembro como foi que conheci o Twitter, mas já faz um bom tempo e uso todo dia, toda hora. Se não estou twittando aqui do computador, faço da sala, da cozinha ou até mesmo do supermercado (esses dias informei o preço dos ovos de páscoa pra @haguilera num piscar de olhos), usando meu iPod com wifi.

De qualquer forma, acho que não tenho medo da “banalização do Twitter”. Pode vir quem quiser, sejam todos bem-vindos. Eu confio nas pessoas como filtro.

E se você quiser me seguir no Twitter, eu sou o @eduardoduccigne!

This entry was written by Edu, posted on abril 2, 2009 at 5:39 pm, filed under interatividade, redes sociais and tagged , , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



My Starbucks Idea

Mais uma ação muito bacana na internet: A Starbucks, cafeteria famosa mundialmente, abriu um canal direto para que as pessoas possam sugerir idéias de como a empresa pode melhorar seus serviços.

Tal ato foi impulsionado pela notícia de que o McDonald’s planeja acrescentar bebidas feitas a base de café ao cardápio de suas quase 14 mil lojas nos EUA, tornando-se então, concorrente direto da Starbucks.

Foi aí que a Starbucks correu pra internet e lançou o My Starbucks Idea, uma rede social onde as pessoas podem enviar, discutir e votar em idéias que ajudem a melhorar a cafeteria. Gostei de algumas como ganhar uma bebida grátis após consumir um certo número de bebidas, wi-fi grátis e cadeiras mais confortáveis.

É a web e a interatividade ganhando cada vez mais a atenção de gente grande.

This entry was written by Edu, posted on abril 3, 2008 at 3:00 am, filed under interatividade, redes sociais, web and tagged , , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.