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Posts na categoria ‘séries’

United States of Tara

fevereiro 9, 2010 | Categorias: séries

Eu costumo dizer que preciso de séries novas pra me distrair nos intervalos entre os novos episódios de House. Numa dessas eu acabei conhecendo a United States of Tara, que tem como produtor executivo ninguém menos que Steven Spielberg.

Assisti somente dois episódios até agora, mas já tô indicando pra todo mundo. A história é muito interessante, engraçada e, ao mesmo tempo que diverte, faz a gente refletir. Pelo menos no meu caso.

A Tara (Toni Collette) é uma mulher, mãe, casada, tem um casal de filhos e um distúrbio de múltiplas personalidades. Que (ou seria “quem?”) são:

  • Tara: a “oficial”, mãe, esposa, trabalhadora.
  • T: típica teenager, descontrolada, que deixa a calcinha aparecendo.
  • Buck: “versão macho”, gosta de cerveja, motos, brigas, bares.
  • Alice: mulher tradicional, de bons costumes, à moda antiga.

Bom, acho que qualquer recomendação sobre United States of Tara não precisa falar mais do que isso, né? Não vou falar mais até porque não quero estragar as sensações iniciais dos primeiros episódios. Com certeza assisti-los vai ser melhor do que eu contar aqui.

Mas caso você precise de um “empurrãozinho maior”, assista a abertura da série. É simplesmente linda:

Me arrisco dizer que já deixou de ser coadjuvante e entrou pra minha lista oficial de séries, que no momento é: House, Dexter e United States of Tara.

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True Blood

março 10, 2009 | Categorias: séries

trueblood

Olá, amiguinhos! Faz tempo que não escrevo aqui no blog, mas hoje eu trago uma dica supimpa pra quem esta precisando preencher o tempo livre e gosta de séries.

True Blood. A história é basicamente assim: cientistas japoneses (sempre eles) criaram um sangue sintético perfeito, chamado de Tru Blood. Com isso, os vampiros não precisam mais beber sangue humano (teoricamente, né?) e então decidem sair do armário e exigir direitos iguais, como se fossem apenas mais uma raça diferente e com suas pequenas particularidades.

O mundo fica dividido, uns aprovam e outros reprovam a convivência com os dentuços seres noturnos e o bicho pega. E quando eu digo que o bicho pega, ele pega em todos os sentidos. Sexo rola solto e em grandes quantidades. Uma delícia. Então não convide sua vovó para assistir, a menos que… Bom, deixa pra lá.

Não acredito que seja uma série culta e que vá agregar valores na nossa vidinha, mas é um bom entretenimento.

Ah, eu não poderia fazer um post sobre True Blood sem falar que a abertura é sensacional:


True Blood from Tiago Ribeiro on Vimeo.

E a Sookie me dá vontades.

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House

novembro 2, 2008 | Categorias: séries

House, por Will Murai.

Postando de leve pra fechar o domingo. Na verdade, tenho vergonha de “recomendar” coisas que provavelmente a maioria da população já conheça, mas vamos em frente.

Como já falei que estou viciado em um seriado e preciso esperar os novos episódios, resolvi aproveitar o tempo livre pra assistir outra coisa. E sim, optei por House.

Quem sempre me falou do seriado foi meu nobre amigo Will Murai, que inclusive é o artista responsável pelo desenho que ilustra esse post. Nos intervalos de Dexter, estou acompanhando e tirando o atraso de House.

Não vou fazer resenha, se você quiser ler uma, procure no Google. Somente vou dar minha breve e humilde opinião: é original e muito foda. Dr. House tem muita personalidade e umas tiradas muito sarcásticas que faz com que eu dê gargalhadas.

Aqui vai apenas uma: quando perguntado sobre o que estava fazendo na clínica de madrugada, se era por causa de algum paciente, House respondeu:

Não. Prostituta. Veio ao meu consultório ao invés de ir à minha casa.

Ainda crio coragem e uso essa frase algum dia.

E como nesse blog eu sempre falo muito de design e web, vejam o site do House. É muito bonito, bem feito e fácil de usar.

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Você aguenta?

outubro 9, 2008 | Categorias: dicas, séries, web

Você Aguenta?

Aproveitando o embalo do post anterior e ainda falando de Dexter, a FX lançou um hotsite para divulgar a série, que estréia hoje às 22h.

No hotsite entitulado “Você Aguenta?“, você pode descobrir o seu nível de crueldade, frieza e simpatia por sangue e sofrimento. (ficou boa essa, né?)

Depois de fazer o teste, aproveite e veja o site do Dexter na FX, é melhor que os que eu citei no post anterior.

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Dexter

outubro 7, 2008 | Categorias: dicas, séries

Dexter

Eu tenho uma quedinha por esse assunto de serial killers, investigação policial, análises minuciosas de crime scenes, acharem o assassino por causa de uma mísera gota de sangue que não foi bem limpa e, principalmente, por aprender que qualquer um pode ser o bad guy.

Comecei a assistir o seriado Dexter depois que li um pouco a seu respeito. Sabe essas pessoas que conseguem escapar dos crimes que cometem? Saem ilesas, de alguma forma conseguem driblar o sistema e não há muito mais o que fazer.

Dexter simplesmente faz esse trabalho sujo. É um serial killer de assassinos. Tem seus princípios, suas regras, seu código Harry, mas se precisar matar, ele mata.

Mas um detalhe: Dexter é da polícia forense, especializado em manchas de sangue. Ele que ajuda a prender esses assassinos. De dia é o mocinho e a noite é o vilão.

Vale dizer que a abertura dos episódios é sensacional, faz uma leve comparação com assassinatos. Mostra ele fazendo a barba, bem de pertinho, como se fosse uma foto em macro, depois cortando uma laranja, tudo de pertinho, mostrando bem as texturas e os cortes.

Em seguida, ele passa o fio dental, segurando com força, como se estivesse enforcando alguém. O mesmo acontece com o cadarço do tênis, puxado com força. No final, ele coloca a camiseta e ela “gruda no rosto” enquanto veste o corpo, como se fosse um pano/plástico sufocando a vítima. Só percebi essas ligações no terceiro episódio

Se você está procurando algo legal para assistir, fica a minha recomendação. Dexter é empolgante e, pelos menos comigo, me faz pensar bastante. Na noite passada assisti o sétimo e o oitavo episódio, que foram surpreendentes. Pena que estava tarde, a vontade era de continuar assistindo o resto.

Dexter diz que todos temos um lado obscuro, uma espécie de “lobo mal” interior. E eu acho que ele está certo.

Para saber mais:

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