Coca-Cola “Finals”
Ainda no embalo do post anterior, segue mais um sensacional filme da Coca-Cola, feito pela Wieden+Kennedy.
E não, não canso de postar sobre as propagandas da Coca.
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Ainda no embalo do post anterior, segue mais um sensacional filme da Coca-Cola, feito pela Wieden+Kennedy.
E não, não canso de postar sobre as propagandas da Coca.
Sou fã da Coca-Cola desde sempre pelo simples fato dela ser gostosa, mas outra coisa que me faz ter uma admiração enorme pela marca são essas ações publicitárias de deixar qualquer concorrente com inveja.
Sem descrições nesse post, apenas assista o vídeo.
Demais essa propaganda da Nestlé com o skatista brasileiro Bob Burnquist pro chocolate Aero Bubbles. Não é computação gráfica, são realmente muitos balões com o Bob “skatando” no meio deles.
Cheguei nela depois que o dotthe me mostrou, via Twitter, os vídeos (bem caprichados, por sinal) do making of, que podem ser vistos logo abaixo:
Parte 1:
Parte 2:
Além dos vídeos, eles também disponibilizaram um Flickr com várias fotos da produção. É bacana demais ver essas cenas de bastidores.
A agência responsável por tudo isso é a JWT London. A propaganda também estrela a música “ABC”, do Jackson’s Five, como trilha sonora.
Eu até que poderia parar de postar tanta coisa sobre a Coca, mas os caras fazem cada vez coisas mais brilhantes. Aí fica difícil, né?
Achei genial a preocupação com os pequenos detalhes, gostei muito da parte do braço levantando e da garrafa formada por borboletas. Fantástico, como sempre.
Agora, adivinha o que eu vou fazer?
Saiu o “terceiro episódio” da minha campanha favorita (e também da minha bebida favorita).
A fábrica mais feliz e insana do mundo é feita pela WIEDEN & KENNEDY e pelo estúdio de animação PSYOP.
Agora com licença, vou lá pegar uma Coca!
Muito curiosa essa campanha/experimento feito pela Crispin Porter + Bogusky para o Burger King: Whopper Virgins.
Explicando de leve, levaram Whoppers e Big Macs pra lugares do mundo onde as pessoas jamais tiveram acesso aos hambúrgueres. Então serviram um Whopper e um Big Mac praqueles paladares que seriam totalmente imparciais em dizer qual dos dois é o melhor. Afinal, nunca viram e muito menos provaram aquilo antes.
A experiência é sensacional. A maioria não sabe nem como segurar um hambúrguer, uma tenta comer com faca de plástico, outro começa comendo primeiro a “tampa” do Big Mac, etc. Aliás, isso reforça o fato de que esses lanches são realmente difíceis de serem comidos sem que caia algo no colo da gente ou que ele desmorone por completo.
Claro que essa campanha gerou uma polêmica: será que foi certo levar os lanches pra essa galera que mora escondida? Seriam os EUA querendo dominar o mundo e escravizar os pobres coitados com junkfood?
Eu, sinceramente, acho que não. Passa longe. Achei a campanha super bacana e muito interessante. Também recomendo assistir a galera do 3,8 falando sobre o assunto em questão.
E você, o que achou?
É exatamente essa frase que surge na minha cabeça assim que me aproximo de alguns semáforos aqui em Campo Grande.
Eu tenho verdadeiro ódio de ver neguinho se aproximando do meu carro e praticamente me enfiando goela a baixo panfletos que eu não quero receber. Digo “panfletos” no plural porque geralmente eles mandam dois iguais de uma vez só. Odeio, de verdade.
E o pior de tudo é que é praticamente impossível recusar, eles são mais rápidos que o seu “não, obrigado”. Acredito que eles possuam técnicas israelenses pra isso.
Aqui em Campo Grande é sempre muito calor, então se você não tem ar condicionado no carro (ainda bem que não é mais meu caso) é praticamente impossível andar de janelas fechadas.
Claro que muita gente também não gosta e muita gente deve adorar receber as propagandinhas malditas, mas será que dependendo do que você quer vender, é uma alternativa que dá retorno?
Eu não trabalho com impressos, não faço panfletos, mas a questão pode ser aplicada em várias mídias. Até onde “empurrar” a propaganda é a melhor solução?
Isso me faz lembrar os banners flutuantes que saltam na tela do computador, em cima daquela notícia que você estava lendo antes de entrarem na sua frente. Estaria vendendo a marca/produto ou irritando as pessoas?
No meu caso, irrita e muito. E no seu?

Estava revendo meus bookmarks e acabei achando essa propaganda super bacana do Wario Land: Shake It! no YouTube.
Pra algumas pessoas acredito que isso não será novidade, já que é um pouquinho antigo. Mas, se não me engano, não cheguei a postar no blog.
Bom, antes tarde do que nunca. Quem ainda não viu, aproveite, é diferente e bem legal. Confesso que da primeira vez que vi, tomei um susto. É muito bem feito e me enganou direitinho.
Aliás, só fui brincar com um Nintendo Wii uns tempos atrás. É bem legal, melhor do que eu imaginava, mas chega uma hora que realmente começa a doer o braço.
Essa campanha pode não ser novidade para algumas pessoas, mas tive que fazer um post sobre ela porque a achei simplesmente genial.
Na primeira vez que assisti, por um momento achei que esse clima “triste” seria interrompido por algo engraçado, que mudasse completamente a trajetória do filme. Mas não mudou. Ao mesmo tempo que fiquei atento assistindo, também fiquei curioso me perguntando do que seria aquilo.
Eis que surge o final da propaganda. Fiquei de boca aberta, realmente tocado por aquilo que eu tinha acabado de ver. Não era nada sobre o último carro do ano, uma mega promoção ou algo do tipo, era simplesmente sobre doação de órgãos. Me pegou completamente desprevenido e fiquei por alguns segundos olhando pro nada.
Agora falando da composição em si, é uma obra prima. As cenas, a música, os atores (especialmente o cachorro), tudo casando perfeitamente com o objetivo da campanha: tocar.
O resultado, segundo a agência Young & Rubicam:
A Santa Casa de São Paulo comemora os resultados da campanha criada pela Y&R com o propósito de conscientizar a população sobre a importância de doar órgãos. (…) Em apenas três meses de veiculação, a instituição aumentou em 30% a captação de órgãos no primeiro semestre, tendo batido recorde de doadores, chegando a 60 doadores nos primeiros 7 meses de 2008, contra 62 doadores em todo o ano passado.
Achei genial como a propaganda toca, principalmente quem já perdeu um parente próximo ou uma pessoa especial. Não foi necessário mostrar números, estatísticas dos hospitais, nada. Só tocar as pessoas.
A criação é de Axel Levay, Marilu Rodrigues e Widerson Souza, com direção de criação de Tomas Lorente e Cássio Zanatta. A direção de cena é de Alex Gabassi, da produtora O2 Filmes, e trilha sonora composta por Hilton Raw e Fernando Forni, da produtora Hilton Raw.