
Hein? iPhone com New Beetle?
Calma, eu explico. Esses dias estava conversando com minha amiga K sobre os celulares mais moderninhos, tipo BlackBerry, iPhone
e, papo vai, papo vem, ela acabou comparando a atual situação do iPhone no Brasil com o New Beetle.
Ainda não entendeu? Vamos lá, desde o começo: o fato é que, ao mesmo tempo que fiquei animado com a vinda do iPhone pro Brasil, fiquei com um pé atrás, porque todo mundo sabe como funcionam essas novidades por aqui (leia-se preços).
No Brasil, o iPhone custa muito, mas muito mais do que lá fora. Mas esse é o menor dos problemas (além de previsível), o que realmente nos incomodou foi a imagem que o celular da Apple ganhou por aqui, o que é totalmente às avessas da proposta original da empresa e do próprio aparelho.
Lá fora, o iPhone é comum, feito para pessoas comuns. Aqui o hype é tão grande que, aliado ao preço injusto, o celular acabou virando coisa de “gente descolada” ou que tem muita grana.
Experimente manusear um iPhone em público aqui no Brasil, as pessoas olham e comentam “olha, ele tem um iPhone! Uau!”. Aposto que isso não acontece no exterior. Por que? Porque o iPhone não foi feito pra ser assim, as pessoas aqui que aproveitaram o hype e distorceram as coisas.
E distorceram mesmo. Público alvo, conceito, preço e até mesmo a funcionalidade. Segundo a K, as operadoras trabalham com limite de dados para o iPhone. Limite de dados? Pra um celular 3G com todas as vantagens que ele possui? É bem coisa de quem quer tirar proveito da onda toda e de tudo isso que comentei até aqui.
Tá, e o New Beetle? Qual a imagem que temos ao ver alguém com um New Beetle em solo nacional? Pra maioria é “que descolado, deve ser rico.”
E lá fora? Nada de mais, normal. Inclusive muitos proprietários são jovens. É apenas mais um produto que teve seu conceito distorcido.
Aqui no Brasil a coisa chegou a ser tão ridícula que fizeram festa de lançamento do iPhone, com presença de vips globais, lista de convidados, pessoas famosas, flashes, glamour, como se fosse um show da Madonna.
Mais uma vez, reforçando a imagem de que o aparelho é pra esse tipo de público e não para pessoas comuns.
Pra finalizar, uma última comparação entre os gringos e os brasileiros na mesma situação: lançamento do iPhone:
Lançamento do iPhone na gringa

Lançamento do iPhone no Brasil

Patético.
via twitter
HAHAHAHAHAH, né não? hahahah. essas fotos do fim estão ótemas.
então, cara, no site da claro vc vê os pacotes pra x quantidade de dados pro iphone. os blackberrys têm o serviço assinado deles. e aí se pode navegar o quanto quiser (coisa que eu praticamente não faço. meu negócio são os emails). e ainda tem primeira mensalidade de graça e descontos nas próximas 5 mensalidades. achei isso tão estranho que já conferi com um povo se era isso mesmo e é. tanto na claro como com usuários…
acontece que meu blackberry teve um efeito engraçado em mim: eu ando bem menos pela net. checo emails na esteira da academia (meu horário crítico de emails é por volta das 16h, exatamente qdo já tô na esteira e terminando) e chego em casa e nem tchuns pra net. se meu desespero era só pra poder saber o que rolava de importante nos meus emails, o bb tá ótimo. uma vida nova pra mim.
mas não é telefone pra mostrar pra amiguinhos os vídeos e tal. tem tela menor e tudo aquilo que vc já sabe.
engraçado que, provavelmente, enqto vc fazia este post, eu tava naquele grupo do flickr, o what´s in your bag e vi um monte de iphone ali em bolsas de gente bem nova. pelo jeito, aqui só vai estar dentro de bolsas gucci compradas na daslu.
antes que falem que a questão é o preço, não é. meu blackberry bold tem praticamente o mesmo preço do iphone (descobri que os telefones têm preçso MUITO diferentes dependendo da cidade. sim, brasília, pra variar, é mais cara), mas ele nasceu com outra proposta.
e o tiozinho por quem sou apaixonada tem um… er… iphone. HHAHAHAH. e aí ele coloca óculos de perto pra poder usar as teclinhas. hahhaha.
Como tudo no brasil é assim, estava realmente ansioso e feliz com o fato do Iphone vir pra cá tb, mas perdi todas as esperanças depois dessa palhaçada que está sendo.
Acontece a mesma coisa com os Macs … triste viu.
Minha primeira aparição no teu blog hehe sempre leio, abraço !
K, exato.
Eu imagino o seguinte, alguém que acha que ter um iPhone é sinônimo de classe alta, chegar nos EUA falando:
“Dá licença, benhê, eu tenho um iPhone Three G!”
Ok, você e metade da população. Essa é a questão, o preço nós sabíamos que seria assim, é cultural já.
Reinolds,
Pois é. Com os Macs acontece a mesma coisa.
Até o Dexter, um serial killer, tem um MacBook Pro :D
só os candangos no post…
Mas convenhamos e sejamos francos: vcs queriam ter um! haha
Alysson, essa não é a questão. Se eu quiser compro um iPhone amanhã de manhã.
O lance é como ele foi recebido e está sendo apresentado por aqui e como tem gente distorcendo as coisas pra tirar dinheiro em cima.
Dudu, você mandou mto bem, falou tudo. Tenho tanto ódio dessas coisas de tirar proveito que se tivesse um instinto Dexter, os diretores da Vivo e da Claro e seus respectivos diretores da Marketing estariam no fundo do mar.
Bom mais uma informação importante que as pessoas não tão sabendo tmb.
Frequento o MacMagazine e lá no fórum comentaram sobre a compra de aparelos com dead pixel, blz até aí qualquer monitor LCD pode ter esse problema certo?
Errado, em DF se não me engano um cara comenta que ele e mais 3 amigos compraram e todos vieram com o mesmo problema e como se não bastasse, um deles tinha 3 dead pixels lado-a-lado ou seja um risco morto no iPhone, cogitaram até a possibilidade da Apple Brasil estar negociando 2ª linha ou refurbished pra trazer por Brasil.
É triste, as vezes me pergunto, o que ainda faço aqui no Brasil.
Ah, mais uma coisa, essa loja A2You na foto é uma divisão da FastShop, um dia passei lá e vi um teclado wireless por R$399,00 um display cinema de 20″ por quase R$4.000,00.
Perdi o tesão de ficar na loja, que por sinal é muito bonita e deve ser estilo as Apple Store.
Apenas uma curiosidade pra quem não tem acesso aqui pra cidade de São Paulo.
é, eu falei que ia ter gente que não ia entender. lá na loja da claro, eu peguei um iphone. é bonitinho e tal, mas mesmo antes de tanto ele qto o bb bold chegarem, eu já batia o pé com o edu que eu queria o bb, não o iphone. antes mesmo de saber de preço ou dessas condições uó que as operadoras colocaram (e eu ainda achei que o bb bold seria mais caro, já que é um celular de “engravatados”, diferentemente do iphone). e eu sei que o edu queria sim, mas que ficou broxado. a questão aqui não é qual aparelho é melhor ou pior, se é mais caro ou mais barato (como falei, se eu quisesse o iphone, compraria. não comprei o bold? quase nenhuma diferença no valor) ou se alguém aqui tem preconceito com gente com iphone ou não. a questão toda é como a imagem de um produto foi modificada ao chegar aqui. o negócio todo é discussão sobre o propósito de se lançar uma coisa legal pra quem gosta de vídeos, net e música num celular (não é meu caso), mas com pacote de dados e com um preço ridículo em comparação com o mesmo aparelho lá fora. todo produto é pensado pra determinado público. isso é básico. tanto é que eu sempre achei besta essa discussão entre qual é melhor, o bb bold ou o iphone. são dois aparelhos ótimos. pra públicos e propósitos distintos. mesma coisa que discussão sobre câmeras tops de linha. não tem melhor ou pior. tem a melhor ou pior pra cada pessoa com seus respectivos objetivos.
a austrália tá com o mesmo perrengue de pacote de dados e cada pacote sendo caro em comparação com outros países. ainda acho que tudo isso é operadora querendo tirar proveito do hype todo.
vi na tv de madrugada um comercial do new beetle. 57 mil. fala sério. com 10 mil a mais, compra-se um c4. bem mais carro que aquilo.
sobre aparelhos refurbished: acredito que isso rola com câmeras (até aprendi a ver isso em canons) e com outros aparelhos tbem, inclusive blackberrys. rolou um papo desses em fóruns com aparelhos antes do bold. com o bold, acho que a coisa ainda é um pouco diferente. foi lançado no brasil antes de ser lançado nos eua e quase ao mesmo tempo em que foi lançado em outros países…
hahahah, quem é de fora fala “em df”. quem é daqui fala “no df”. hoho.
Cara, na minha opinião isso é APENAS uma estratégia de marketing diferente pra um mercado consumidor muito diferente. Não consumimos igual os americanos, não enxergamos determinados produtos igual os americanos, e por aí vai. Se o iPhone aqui tem essa imagem, é porque o mercado consumidor o viu assim, e, francamente, é assim que a Apple se posiciona aqui no Brasil. E no fundo, o preço é um causador disso. Ora, a Apple não conseguirá ter um produto com preço acessível a massa do Brasil. Esta massa tem menos poder de compra que a americana. Uma pessoa de classe média que compra um iPhone aqui no Brasil está gastando muito da sua renda pra isso, alguns chamariam isso de “comportamento de luxo”, aquele que as pessoas compram produto de luxo, não corriqueiramente, mas através de algum “sacrifício” financeiro pra se alcançar um status superior.
O brasileiro liga muito “design moderno” a preço alto, e as empresas se aproveitam disto. O new bettle é um exemplo disso. É um carro com desenho exótico, mas sob ele tem a mesma coisa que num golf ou polo.
Eu num acho que a culpa seja da empresa X ou Y, é apenas um reflexo do mercado brasileiro.
Voltando ao new bettle (que é mais a minha área), ele é um dos poucos carros no Brasil com apelo voltado para a estética. Quem compra um new bettle não está procurando alto desempenho, espaço interno, nem nada disso, está comprando conceito, e esse tipo de pessoa tende a ser mais “descolada” mesmo, e quando não é, quer parecer ser. Não acho isso errado, é o famoso “nicho” de mercado.
A conta é simples, se o iPhone vai dar mais lucro com esse posicionamento, porque se preocupar com a imagem que o produto tem nos EUA?
Este é meu humilde ponto de vista.
Parabéns pelo post dudu!
mas então, cara. não é questão de se preocupar com a imagem aqui ou ali. vc se lembra que alguém da apple tinha dito que ele custaria a mesma coisa em qualquer parte do mundo? não digo que alguém tenha acreditado nisso, mas vc se lembra que isso foi divulgado aos 4 ventos? claro que existem nichos, mas, a partir do momento em que a marca vira e fala que quer que o aparelho seja acessível à massa e até dita um valor (alguém que tenha link pra isso posta aqui, please), ele ser lançado aqui na daslu é ridículo.
e, sim, tudo isso que vc falou é verdade. se a gente trabalha metade do ano pra pagar impostos, tudo aqui tem até uns 40% de imposto embutido. o poder de compra do brasileiro é menor. quanto a isso, não discuto. o que discuto é como a imagem de um produto foi mudada no lançamento mesmo tendo a marca já tendo dito o que esperava do aparelho.
um cara de 16, 20 e poucos, 30 e poucos ou que se amarre em música e vídeos tem exigências diferentes de um cara que tem um blackberry pq ele foi dado pela empresa dele pra ter o serviço empresarial e receber emails. mas é uma pessoa que não vai ver vídeos e nem ficar navegando. só qdo der vontade, mas não sendo a coisa principal. até a agenda dele não passa das 18h! ou seja, é um perfil do consumidor já embutido no projeto do aparelho!
claro que tudo aqui é ponto de vista, claro que é comércio, claro que existem nichos, tudo muito claro. mas a contradição entre o que a marca tinha ditado e o que chegou até aqui é que pega.
Por um lado concordo com o Gu Farias. Esse é o retrato do nosso mercado: o que é bonito, novo e diferente tem que ser caro, do contrário não é de boa qualidade… Preconceitos da nossa cultura.
Mas a K disse uma coisa que é bem a nossa cara: brasileiro quer levar vantagem em tudo, e é por isso que vc não consegue ter um telefone fodástico com 3G e tudo mais com um plando de transferência de dados ilimitado.
Acho um absurdo um telefone como o iPhone custar quase o mesmo que uma TV de plasma de 50″…
e aí eu não digo que seja errado adaptar o lançamento pro perfil do consumidor no brasil. mas que é ridículo é. acaba virando mais um simbolozinho de status boboca.
ei ei. eu não disse que brasileiro quer tirar vantagem de tudo. isso tem rolado na austrália e em alguns lugares da europa tbem. mas falo do ponto de vista de uma brasileira que tá felizona com o blckeberry sem pacote de dados. ahahaha.
bom… entendi errado então… mas que é verdade é… é só aqui que a gente vê esse tipo de coisa acontecendo…
não, baby, na austrália tá rolando o mesmo com essa coisa de limite de dados e tudo muito caro. algumas empresas na europa tbem têm essa coisa de pagar além do pacote e tal. mas é questão de tempo. daqui a uns anos, acho que tudo vira muito normal. espero. com essa alta do dólar, não afirmo mais nada.
[e não tô brigando, viu? só tô discutindo como discuti com o edu há uns tempos, inclusive eu defendendo que queria o blackberry e ele dizendo que o iphone era melhor. ahahahah. beijo]
e, aliás, a gente tá aqui discutindo e ele tá curando a ressaca…
bom, quanto a parte da apple ter dito que o produto teria o mesmo apelo que nos eua eu já não posso dizer nada pq não tinha essa informação. Se a estratégia for global, a mesma pra todo o mundo, então com certeza é, nas palavras do Edu, Patético o que se tornou aqui.
O que me desmotiva as vezes nessas atitudes empresariais é que, no fundo, o que importa é a grana e foda-se toda a filosofia que aprendemos durante faculdade ou o diabo a 4.
um exemplo que eu lembrei depois que eu comentei aqui, os chinelos havaianas são vendidos por um preço absurdo lá fora! Será que os europeus ficariam muito putos se soubessem o quanto vale aqui e como nós a enxergamos aqui??
Agora, discusssões a parte, quero elogiar o pessoal que frequenta esse blog, são poucos os lugares onde agnt pode discutir assim sem alguém levar pro lado pessoal e virar putaria! =)
Eu gosto de vocês por isso, sabem discutir que nem gente grande :D
Mas então, como eu disse no post, o lance do preço alto era previsível, seria muita ingenuidade achar que ele viria com preço global (embora sempre haja uma esperança).
O que eu defini como patético é o lance das empresas ditarem o “novo” perfil do iPhone, fazendo festa de lançamento no Terraço Daslu, como quem diz: “Essas são as pessoas que merecem ter o iPhone e não você.”
E não sei se vocês sabem, mas em toda a América Latina, o Brasil é o país que tem o maior preço do iPhone: http://tinyurl.com/4ejmqk
K, mal bebi uma garrafinha. Cheguei lá e tinha uma Canon Rebel (idêntica a que eu quero) dando sopa em cima da mesa. Brinquei a noite inteira!
ah, achei que vc tinha vindo aqui pra me chamar de mal-comida. hahahaha.
hein, edu, eu tava tentando achar aquilo do preço, mas não achei. sei que foram 70 países que receberam o aparelho no lançamento e que a vivo cobriria grande parte dos custos com impostos pra que o aparelho custasse só um pouco mais que o preço em dólar… é…
issaê, compra a canon e larga mão do iphone. hahahah. minha rebel foi pro saco.
K, pior que isso foi decidido. Vou de Canon antes de iPhone :)
ish… esse lance de câmera é outro vício… comprei a minha rebel e até hj sou apaixonado por ela… to louco pra comprar logo uma lente macro e uma tele… fiquei sabendo que no paraguai que é bom de comprar lentes, mas com essa alta do dolar eu já n sei não…
Dei uma vasculhada e encontrei o que a K queria:
Durante o WWDC Keynote (evento que lançou oficialmente o iPhone 3G), a Wired acompanhou tudo com um live blogging, repassando tudo o que era dito durante o lançamento:
“More countries. Currently distributed in 6 countries today; this will jump to 12 countries for the iPhone 3G and 25 countries over the next several months as a “stretch goal.”"
“They’ve added a bunch of countries in Europe, Central America and South America. As a map shows these countries appearing, he plays “It’s a Small World” from Disney.”
E em seguida:
“Maximum price of $200 for the 8GB model will apply throughout the world, Jobs says.”
Pra quem não viu e quiser saber o que rolou, com riqueza em detalhes: http://tinyurl.com/3pw996
aê! valeu. hein, e agora sabemos onde o fantástico pegou a idéia da tela sensível ao toque. hahahaah.
Cara… deu preguiça de ler todos os comentários, está parecendo o BlogBox.
Então, não sei se já foi comentado algo assim, acredito que sim, mas…
Você acha que foi a Vivo ou a Claro que definiu o posicionamento ou elas estão apenas atendendo ao que o povo quer?
Para deixar mais claro, a revista impressa que mais lucra no país é a Caras, que está bem acima de Veja, Época, Isto É ou Carta Capital. O brasileiro vive de consumir celebridades e se endividar por sonhos. As festas não foram feitas para tornar o IPhone mais elitista, foi para colocar doce na boca de criança, potencializar o primeiro dia de venda do produto e assim já eliminar no estoque.
Sobre os preços, não foi decisão única das empresas, isto é um fruto do valor do produto, acordo entre a Apple e a operadora em questão, impostos de importação, encargos de venda e tudo mais. Essa guerra foi tão grande que uma empresa só declarou o seu preço após a outra, para que houvesse uma queda imediata, acredite o IPhone no Brasil saiu mais barato do que eu imaginava que seria.
Em resumo, até pq estou com sono depois de um dia inteiro atrás do Theo e me perdi, a aura “cool” foi trabalhada para popularizar o IPhone e não para elitizá-lo.
Grande abraço.
Leandro, entendo seu ponto de vista.
Mas pra mim ainda é patético. Fazer festa fechada pra convidados vip no Terraço Daslu pra lançar um produto que a própria empresa o classifica de uma forma totalmente oposta, não consigo pensar outra coisa a não ser: que ridículo.
Pode ser que funcione pras vendas, pode ser que muita gente fique com essa visão deslumbrada e chique do produto, mas pra mim não cola.
Não só pra mim, mas pra todo mundo que sabe do que se trata e sabe que essa coisa elitizada não tem o menor sentido.
Boas!
A questão é que chego daquele fim de semana tranquilo, muita carne na brasa, bate-papo informal, e vejo aqui um post polêmico trazendo um recorde de comentários, tanto em linhas quanto em números.
Infelizmente não vou poder entrar nessa roda ainda, porque, querendo ou não, estou em efeito pós-fim-de-semana-tranquilo-no-rio.
Mas este assunto é bem agradável, e por isso desejo sucesso em suas discussões.
Forte abraço ao Edu, ao Gu Farias (muito bom o seu posicionamento), e a todos que frequentam o blog.
Fui!
hahahahahahaha. mas tinha que ser coisa da k, né? =P
Brincadeira a parte, o lance é esse mesmo. Além de abusarem nos preços, desvirturam a proposta do produto. Mas eu vejo isso com qualquer coisa da apple e a desculpa é sempre a mesma: impostos. Posso estar sendo ignorante, mas isso não me desce. Isso, pra mim, é oportunismo puro em cima de produtos que aqui querem direcionar somente pra quem tem grana.
E, sinceramente? Acho pouco provável isso mudar…
chesco, eu li uma notícia ontem enqto procurava aquilo do preço mundial que a vivo iria cobrir os custos de impostos e afins.
e eu sou o papa.
Cara, perfeita comparação. Tanto o IPhone quanto o New Beetle são vendas garantidas na nos E.U.A, Europa e Japão. Então, simplesmente, os gringos não tem interesse em vender no Brasil. Ai rola aquele agio violento e fila de espera. O IPhone até da pra ir buscar mas o New Beetle, esquece – quando vem um lote, todo mundo pula em cima – não chegam a 400 importados até o fim de 2008.